Segundo Frank Romano, “Typography is what communication looks like”. Passamos das pequenas escrituras para o nascimento do alfabeto, da tipografia gótica para a humanística. Tudo isto para chegarmos onde chegamos hoje.
Há 100 000 anos surgia o signo; 30 000 anos depois foi a imagem; decorridos 5500 anos segue-se a escrita; e finalmente, há 3000 anos, o alfabeto.
Bibliografia:
Frutiger, Adrian (2002). En torno a la tipografía. Editorial Gustavo Gili, Barcelona.
https://moodle.up.pt/pluginfile.php/117322/mod_resource/content/2/tipografia_teorico.pdf
Há 100 000 anos surgia o signo; 30 000 anos depois foi a imagem; decorridos 5500 anos segue-se a escrita; e finalmente, há 3000 anos, o alfabeto.
Uma fonte tipográfica é “o estilo ou aparência de um grupo completo de caracteres, números e signos, regidos por características comuns.”
Já uma família tipográfica é um conjunto de tipos baseados numa mesma fonte, que apresentam diferenças porém a base é comum. Os membros de uma família são similares mas têm caracterísitcas próprias.
Já uma família tipográfica é um conjunto de tipos baseados numa mesma fonte, que apresentam diferenças porém a base é comum. Os membros de uma família são similares mas têm caracterísitcas próprias.
Há alguns “itens a ter em conta”:
- Evitar combinar fontes que se parecem demasiado entre si;
- Não utilizar demasiadas fontes;
- “Destacar discretamente elementos do texto sem alterar a fluidez da leitura”;
- Contraste entre a letra e o fundo;
- Usar letra maiúscula e minúscula para aumentar a legibilidade.
Bibliografia:
Romano, Frank em Felici, James (2012). The Complete Manual of Typography: A Guide to Setting Perfect Type, Second Edition. Rochester.
Costa, Joan; Raposo, Daniel (2010). A rebelião dos signos: a alma da letra. Dinalivro, Lisboa.
Frutiger, Adrian (2002). En torno a la tipografía. Editorial Gustavo Gili, Barcelona.
https://moodle.up.pt/pluginfile.php/117322/mod_resource/content/2/tipografia_teorico.pdf
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