Agora na segunda proposta de trabalho, o objetivo foi realizar uma composição visual, em A3, que, recorrendo apenas a elementos tipográficos, incidisse no mesmo tema da proposta anterior – a Revolução Liberal do Porto. Para a sua concretização utilizei o Adobe Illustrator.
Foi também feita uma recolha fotográfica, resultado de uma pesquisa online e de autoria própria, que serviu de inspiração para a composição visual, sendo esta resultado de diversas experiências e também da ajuda da docente.
Depois das experiências e da pesquisa, acabei por decidir inspirar-me na nova imagem gráfica da cidade do Porto, apresentada a 29 de setembro de 2014 e distinguida em 2015, no festival da associação internacional para o design e publicidade “D&AD”. A marca "Porto.", do atelier “White Studio”, revelou ser a melhor escolha, pois podia com ela mostrar o contraste entre a cidade de agora e a cidade que antes existia. Aliás, “a nova imagem gráfica da cidade pretendeu reunir todos os elementos do município, assumindo-se como um "rosto novo" que "se exprime na palavra Porto" e apela "simultaneamente a algo que já existe há muito tempo" “ (artigo do jornal Público de 24 de abril de 2015). Porém, só é como é pois houve muitas pessoas que, aos poucos, a construíram. Um exemplo destas foram todas as figuras envolvidas na Revolução Liberal do Porto, de 1820. Para esta palavra usei a fonte Microsoft Sans Serif e um traçado de 8 pontos, visto que é a que melhor replica a imagem gráfica, mais moderna e objetiva.
À volta desta, reuni diversos símbolos da cidade – da Câmara Municipal do Porto às sardinhas do São João, das várias pontes aos barcos rabelo que circulam por baixo delas -, feitas com palavras que marcaram aquele verão de 1820. Utilizei a fonte Lucida Calligraphic Italic, que representa o invés, o antigo, mais elaborada e desenhada. Para fazer com que as palavras formassem os símbolos, utilizei diversos efeitos, como os arcos.
Já a escolha de um azulejo como fundo foi já justificada pelo criador do logótipo da cidade, Eduardo Aires, em declarações ao jornal Público: "As igrejas e os edifícios revestidos de azulejos ocupam um lugar dominante no imaginário dos portuenses e dos visitantes. O azulejo cativou-nos por ser uma espécie de retrato estático da vida urbana. Os painéis de azulejos são contadores de histórias".
A cor foi também uma aspeto fundamental, e não há cor que caracterize melhor esta cidade do norte de Portugal como o azul.
Durante a elaboração da minha composição, tentei evitar combinar fontes que se parecessem demasiado entre si, e até utilizar demasiadas fontes. Era necessário destacar com simplicidade, de modo a que a fluidez da leitura e da interpretação não fossem prejudicadas. Tive também atenção no contraste entre cores ou letra e fundo.
Com este trabalho, aventurei-me no Adobe Illustrator e aprimorei as minhas capacidades. Aprendi também mais sobre a cidade do Porto e sobre a Revolução de 1820. Assim, com a realização desta proposta, conclui que é preciso “entender a tipografia enquanto linguagem capaz de transmitir significado e evocar emoções para além das palavras faladas que simboliza.” O desenho das letras fala aos olhos. Por vezes, a legibilidade e a funcionalidade são preteridas à estética das letras. Letras que ficam lapidadas para a eternidade.
Foi também feita uma recolha fotográfica, resultado de uma pesquisa online e de autoria própria, que serviu de inspiração para a composição visual, sendo esta resultado de diversas experiências e também da ajuda da docente.
Depois das experiências e da pesquisa, acabei por decidir inspirar-me na nova imagem gráfica da cidade do Porto, apresentada a 29 de setembro de 2014 e distinguida em 2015, no festival da associação internacional para o design e publicidade “D&AD”. A marca "Porto.", do atelier “White Studio”, revelou ser a melhor escolha, pois podia com ela mostrar o contraste entre a cidade de agora e a cidade que antes existia. Aliás, “a nova imagem gráfica da cidade pretendeu reunir todos os elementos do município, assumindo-se como um "rosto novo" que "se exprime na palavra Porto" e apela "simultaneamente a algo que já existe há muito tempo" “ (artigo do jornal Público de 24 de abril de 2015). Porém, só é como é pois houve muitas pessoas que, aos poucos, a construíram. Um exemplo destas foram todas as figuras envolvidas na Revolução Liberal do Porto, de 1820. Para esta palavra usei a fonte Microsoft Sans Serif e um traçado de 8 pontos, visto que é a que melhor replica a imagem gráfica, mais moderna e objetiva.
À volta desta, reuni diversos símbolos da cidade – da Câmara Municipal do Porto às sardinhas do São João, das várias pontes aos barcos rabelo que circulam por baixo delas -, feitas com palavras que marcaram aquele verão de 1820. Utilizei a fonte Lucida Calligraphic Italic, que representa o invés, o antigo, mais elaborada e desenhada. Para fazer com que as palavras formassem os símbolos, utilizei diversos efeitos, como os arcos.
Já a escolha de um azulejo como fundo foi já justificada pelo criador do logótipo da cidade, Eduardo Aires, em declarações ao jornal Público: "As igrejas e os edifícios revestidos de azulejos ocupam um lugar dominante no imaginário dos portuenses e dos visitantes. O azulejo cativou-nos por ser uma espécie de retrato estático da vida urbana. Os painéis de azulejos são contadores de histórias".
A cor foi também uma aspeto fundamental, e não há cor que caracterize melhor esta cidade do norte de Portugal como o azul.
Durante a elaboração da minha composição, tentei evitar combinar fontes que se parecessem demasiado entre si, e até utilizar demasiadas fontes. Era necessário destacar com simplicidade, de modo a que a fluidez da leitura e da interpretação não fossem prejudicadas. Tive também atenção no contraste entre cores ou letra e fundo.
Com este trabalho, aventurei-me no Adobe Illustrator e aprimorei as minhas capacidades. Aprendi também mais sobre a cidade do Porto e sobre a Revolução de 1820. Assim, com a realização desta proposta, conclui que é preciso “entender a tipografia enquanto linguagem capaz de transmitir significado e evocar emoções para além das palavras faladas que simboliza.” O desenho das letras fala aos olhos. Por vezes, a legibilidade e a funcionalidade são preteridas à estética das letras. Letras que ficam lapidadas para a eternidade.
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